Publicado na revista científica Air Quality, Atmosphere & Health (2026), o estudo analisou dados de 2015 a 2024 no Rio de Janeiro, investigando a relação entre poluentes atmosféricos, condições meteorológicas e hospitalizações por doenças respiratórias.
Os resultados apontaram que concentrações elevadas de material particulado estiveram associadas ao aumento do risco de internação: 26,4% para PM₂.₅ e 30,4% para PM₁₀. Temperaturas elevadas também foram associadas a maior risco, enquanto umidade relativa e precipitação apresentaram associações inversas.
A pesquisa contribui para o avanço do conhecimento sobre as relações entre clima, qualidade do ar e saúde pública, reforçando a importância do monitoramento ambiental e de políticas públicas integradas.
📄 Leia o artigo: https://doi.org/10.1007/s11869-026-02124-z

